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IGUANA OU SINIMBU – Iguana iguana
Encontradas no chão ou nas árvores, são boas escaladoras, além de saberem nadar bem. Quando se sentem ameaçadas, lançam-se na água para escapar. De forma semelhante às lagartixas, sua cauda também pode se desprender na fuga de um predador, crescendo novamente depois.
JACARÉ-DO-PANTANAL – Caiman crocodylus
Esta borboleta está em busca de sais minerais presentes na lágrima do jacaré, tendo que sugar o líquido diretamente dos seus olhos.
“A BELA E A FERA” – Bonito, MS
O fotógrafo alemão Fritz Pölking, com quem trabalhei em 1997, tem uma fotografia semelhante que tirou no Pantanal, e a batizou com este mesmo nome. Fica aqui então uma homenagem à feliz idéia que teve ao nomear a imagem de sua autoria.
JACARÉ-DO-PAPO-AMARELO – Caiman latirostris
Bastante parecidos com o jacaré-do-pantanal, os indivíduos desta espécie tendem a ser menores e possuem um focinho mais largo. Sua distribuição geográfica também é mais restrita, ocorrendo somente na América do Sul, enquanto o Caiman crocodylus é encontrado também na América Central e Sul do México.
JACARÉ-DO-PANTANAL – Caiman crocodylus
Estes répteis alimentam-se quase exclusivamente de peixes, que podem ser capturados em corredeiras, onde o jacaré fica com a boca aberta contra a correnteza aguardando o alimento cair em sua boca.
JACARÉ-DO-PANTANAL – Caiman crocodylus
As fêmeas desta espécie botam de 15 a 40 ovos, que são agrupados em um ninho feito de folhas secas, terra e gravetos. A temperatura do ninho durante a incubação determinará o sexo dos filhotes.
JACARÉ-DO-PANTANAL – Caiman crocodylus
Uma atividade imperdível no Pantanal é sair à noite para ver o brilho dos olhos das dezenas de jacarés que se concentram nas lagoas, em especial durante a estação da seca. Muitas pousadas oferecem passeios para observar esta cena inesquecível.
JACARÉ-DO-PANTANAL – Caiman crocodylus
De manhã cedo, os jacarés frequentemente apresentam um curioso comportamento para marcar seu território, arqueando o corpo e emitindo um ronco muito grave.
FILHOTES DE TARTARUGA-DE-PENTE – Eretmochelys imbricata
Cinco espécies de tartarugas marinhas desovam no litoral brasileiro. Seriamente ameaçadas de extinção há alguns anos, esta situação vem mudando gradualmente graças aos esforços de projetos de conservação como o TAMAR. A espécie da foto recebe este nome pois seu casco era usado na confecção de pentes e armações de óculos.

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SUCURI – Eunectes murinus
Apesar de todo o mito criado em volta desta serpente, pode ser considerada inofensiva para os humanos. Não são peçonhentas e matam suas presas – aves, mamíferos, jacarés e até peixes – por constrição. Atingem um máximo de 4,5 metros, mas em média as fêmeas – que são maiores do que os machos – chegam a 3,5 metros.

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